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7 de setembro: Mundança de hábitos...

Do cotiano escolar as escolas de samba.

Dia Sete de Setembro de 1822, dia da Independência do Brasil, dia em que às margens do rio Ipiranga, D. Pedro I deu o famoso grito “Independência ou morte!”. No Brasil o dia Sete de Setembro foi transformado em feriado nacional e é celebrado com desfiles por todo o território.

Em tempos de outrora os desfiles das escolas tinham como objetivo principal apresentar-se na avenida com suas cores padrões e pelotões que representavam o orgulho de ser cidadão de uma nação “independente”.

Naquela época, os alunos não ganhavam uniformes e tinham que comprar. Mas os uniformes novos tinham que ser azul e branco e o calçado era a famosa conga, que também tinha nas cores, azul e branco. Nessa sistemática não se diferenciava de forma tão clara as classes sociais.

Os alunos que não podiam desfilar de trajes não sentiam-se “excluídos” pois a grande maioria estavam de uniformes padronizados.

Hoje em dia os desfiles de 7 de setembro tem se transformado em apresentações de alegorias e adereços com temas estabelecidos como se fossem escolas de samba a desenvolverem um enredo pela avenida.

Até as antigas e boas bandas marciais se detiam as famosas marcações para que os alunos acompanhassem na cadência determinada os passos do seu desfile. Agora as entonação estão mais para musicas de forró e os “gingados” na avenida mais parece uma pista de dança.

Não é ser saudosista mas os desfiles escolares deixaram de ser um evento comemorativo da independência do Brasil, para ganhar as cores do partido político do prefeito, exibição da soberania das classes sociais mais elevadas, figurinos alheios aos propósitos da independência... Isto é, desfilar em homenagem a Pátria deixou de ser argumento principal para levar os alunos as ruas no 7 de setembro e até os interesses dos alunos são outros.

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