O protesto que deu certo...

O Ministério da Educação (MEC) anunciou neste quarta-feira (31) que desistiu de incluir dois anos a mais no tempo de graduação do curso de Medicina do País. Com a mudança, os estudantes continuarão sendo obrigados a atuar no Sistema Único de Saúde (SUS), regra criada pelo programa Mais Médicos, mas o serviço poderá ser prestado dentro do período da residência médica.

O anúncio acontece após uma série de protestos contra a medida, que estabelecia que a carreira ganharia em faculdades privadas e públicas dois anos extras – aumentando de seis para oito anos de formação – para garantir um estágio obrigatório dos futuros médicos nos programas de atenção básica e de urgência e emergência do Sistema Único de Saúde (SUS) antes de receberem o diploma.

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