No vermelho, arenas da Copa buscam saídas para serem rentáveis depois do torneio...

Os estádios reformados para a Copa do Mundo ainda não conseguem ser mantidos com as rendas que eles geram. Maracanã, Fonte Nova, Mineirão, estádios da Série A do Brasileirão que já existiam e foram modernizados para se adequar ao padrão Fifa, tiveram prejuízo no primeiro ano de operação de suas concessionárias. Mas há otimismo, apesar do cenário atual.
“A arrecadação com bilheteria gerou receitas para os clubes que atuaram nas arenas, No entanto, o valor arrecadado em 2013, primeiro ano de operação das arenas, não pagou os custos de manutenção”, diz a Odebrecht Properties, concessionária do Maracanã e da Fonte Nova, por meio de sua assessoria de imprensa. O Maracanã, por exemplo,  fechou 2013 com prejuízo de R$ 48 milhões e deve terminar 2014 com prejuízo de R$ 26 milhões.
O maior desafio para as novas arenas brasileira é ter uma fidelização do torcedor, como acontece nos estádios europeus. A cultura do "season ticket", em que um torcedor pode comprar antecipadamente ingressos para todos os jogos do seu time no ano ainda não está arraigada no país. 
Estudo da Trevisan Escola de Negócios aponta que os dez maiores estádios europeus faturam cinco vezes mais que os dez maiores brasileiros. Em média, os jogos no Brasil têm 4,6 mil espectadores, um número baixo no país do futebol. A taxa de ocupação dos campeonatos nacionais foi de 39% no Brasil , frente a 95% na Inglaterra e na Alemanha.

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