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Crimes ‘online’ crescem 520 vezes...

Em tempos nos quais o mundo cabe na palma da mão e que a conexão wifi se tornou item quase que de sobrevivência, muitos dos usuários da internet ainda não atentaram para os riscos travestidos de comodidade online. No mundo, em uma década, o número de crimes cibernéticos cresceu 520 vezes, conforme dados divulgados pela empresa Kaspersky Lab este ano. Em 2004, foram registrados 500 crimes cometidos a partir do uso de computadores e internet. No ano passado, foram 260 milhões de ilícitos cibernéticos. Sem uma delegacia especializada na apuração deste tipo de crime no Rio Grande do Norte, os dados sequer chegam a ser tabulados.

O cidadão, por sua vez, não sabe a quem recorrer localmente. No âmbito do MPE não há uma Promotoria de Justiça específica para os crimes cibernéticos. As investigações ocorrem de acordo com a tipificação do crime supostamente cometido e são feitas pelas Promotorias de Defesa do Patrimônio Público ou Criminal. Na Polícia Federal, o Grupo de Repressão aos Crimes Cibernéticos (GRCC) está passando por uma restruturação e não existem dados atualizados dos processos relativos ao tema em tramitação. “Os crimes eletrônicos não tem base, não tem endereço físico e a identificação do autor é muito complexa”, comentou a delegada federal Polyana Pimenta.

Uma tentativa de instituir um núcleo especializado em crimes cibernéticos no estado potiguar ocorreu em novembro de 2011. O Núcleo de Investigação dos Crimes de Alta Tecnologia, o Nicat, tinha como objetivo, quando da sua criação, “elucidar e trabalhar na repressão a crimes eletrônicos ou cibernéticos, tendo em vista a demanda de procedimentos que dizem respeito a essa modalidade e a inexistência de um setor específico dentro da Polícia Civil para esses casos”. Numa portaria publicada em 28 de junho de 2013, o então delegado-geral de Polícia Civil, Ricardo Sérgio de Costa de Oliveira, extinguiu o Nicat.


Fonte: Tribuna do Norte

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