Uma semana de greve contra a reforma da previdência. O que mudou?

Nesta terça-feira (21) completou uma semana de greve geral iniciada na última quarta-feira (15), a priori encampada pela educação, contra a reforma da previdência proposta pelo governo federal.

Durante esse período o que mudou no contexto geral?

Na verdade praticamente nada. 

A imprensa nem toca no assunto, as demais categorias que também serão afetadas diretamente não aderiram ao movimento e para os políticos é como se não estivesse acontecendo coisa alguma.

Apesar de acreditar que se trata de um movimento mais que justo, a impressão que dá é que está sendo inútil manter a paralisação apenas nas escolas, onde bancos, correios, transporte público, ou seja, todos os demais setores estão funcionando a todo vapor.

Nesse contexto a categoria dos professores ficar a merce da "rotulação" por uma parte da população de não querer trabalhar. O que mesmo não sendo a realidade "macula" toda uma intenção.

Pois de GREVE GERAL esse movimento não tem nada e o posicionamento do governo dizendo que a reforma ficará no âmbito dos servidores federais, ficando a cargo dos estados e municípios estabelecerem suas próprias normas, além de não mudar em nada a situação essa decisão não está atrelada ao movimento grevista.

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