Ser professor é dadiva, não conveniência...


Dentre todas as profissões sem dúvida á mais nobre é a de professor. É através desse profissional que nasce todas as demais profissões, por onde são trilhados todos os caminhos, fonte dos conhecimentos para formação intelectual e cidadã de toda uma humanidade.

Aos professores é delegada a nobre tarefa de incentivar e orientar o crescimento intelectual e moral das novas gerações.

Mesmo com todas essas responsabilidades, a categoria dos professores vem sendo anos a fio execrada pelos poderosos que compõem a política brasileira, a menos que se queira, de vez em quando “tiram uma casquinha” com o titulo de professor.

Professor é aquele que pode se dirigir a um médico, engenheiro, um psicólogo, um empresário, um político, ... e dizer “esse(a) foi meu aluno(a)”.

Me indigna quando vejo arbitro de futebol sendo chamado de professor(a), políticos que ocupam a tribuna de uma casa legislativa e se diz professor(a) sem em volta ter uma pessoa sequer que um dia foi seu aluno.

É intrigante quando “militantes” da classe passam a ocupar função gratificada por cargo de confiança e passam a reprimir a classe que antes defendia.

É revoltante ver ex-professores esquecerem-se do tempo que sala de aula e por não estar mais na função atribuir todo tipo de responsabilidade a quem hoje o substitui.


Com tudo e por tudo que a classe dos professores vem passando atualmente no Brasil é que nós, professores de fato e de direito, devemos “expulsar” da nossa categoria esses caroneiros(as) que se julgam professores por conveniência e não admitir mais ouvir essas asneiras, principalmente de políticos que sujam nossa profissão intitulando-se Professor.

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